segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Santiago Ribeiro
O Surealismo de Santiago Ribeiro redimenciona o sonho, e elemina barreiras atravez da riqueza do seu mundo interior.
Postado por: Aladin Van Duenm
Autor: Santiago Ribeiro
Orchestra - oil on canvas 100x100 - 2009
Space Cross - oil on canvas 70x50 - 2008
Free Imagination - oil on canvas 68x80 - 2009
Win Fine Port - oil on canvas 70x50 - 2010
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Site da Comunidade AladinFashion
Visitem o nosso Site http://www.s3wg.multiservers.com/
Será um prazer receber-vos!! Lá vos aguardo!
Aladin Van Dunem
domingo, 27 de setembro de 2009
António Paulo Rocha 4
Um Certo Olhar no Brasil 2006
INDIOS PATAXÓ (RESEVA INDIA PATAXÓ.
PORTO SEGURO SUL DA BAHIA BRASIL 2006
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Juan Pomponio Castigliane
Woman Walking in Exotic Forest Henri RousseauPÉTALOS DE ARENA
Antiguas profecías
anuncian tu piel.
Escribo sin tinta en el cieloy aparece tu nombre,
pequeñas flores que brillan la noche.
La marea llega,
música nocturna que despliegas
onidos sin tiempo.
En olas audaces
estallan las rocas,
pronuncian tu ausencia.
Sueño sin la tinta sobre la tierra:
De tu sonrisa vuelan pétalos
adormecidos de luna.
Dejan tu aroma,
trazan tu nombre en la arena.
AL CERRAR LOS OJOS
Mi memoria vacía,
clara como el amanecer:
cisnes sobre el mar,
hacia el ocaso,
enrojeciendo las nubes.
El agua refleja corazones desde el fondo.
corales dormidos,
barcos errantes de canciones.
Juan Pomponio
Extractos do Livro SALVAJE publicado em 2002 com imagem de capa com o título “EL SUEÑO DE YADWIGHA” de Henry Rousseau
Juan Pomponio Escritor da Argentina presente na AladinFashion
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Dina Ventura
Capa do seu próximo livro O Mistério das Cores Lançamento 28/10/2009 Local a Anunciar
Quem mata quem - Assim vai o mundo.
O CORVO (Poema)
Nunca me sinto só mesmo quando estou.
Estou sempre com o pensamento que por vezes não me deixa descansar.
Irrita-me a sua insistência, a sua presença constante de incitamento.
Peço-lhe folga, um instante que seja, para me sentir só e ele reage, pensando mais ainda.
Reflicto. Só o posso fazer, pois algo quererá.
Acordei já em continuidade de pensamento e ele segredou-me.
Como falas com alguém que não conheces?
Como estabeleces contacto com alguém que não sabes existir?
Não cheguei a conclusão alguma. Pois não existem definições para tais questões.
Embalo então na conversa com o pensamento. E deixo fluir, na loucura do permitir.
Permito que ele seja gente, que não se vê mas existe
Que não tem voz mas nunca está calado
Que não tem forma fixa e que muda a cada instante.
Surge de rompante.
E é na ponta da caneta que se exorciza, que o combato.
É algo mais forte que tudo.
Como se pensará sem pensar?
Onde estará o pensamento quando não se manifesta?
Agora está em diálogo com alguém que não conheço.
Mas reconheço. E fala e diz-me que nos conhecemos, sem conhecer.
Que não nos iremos ver e sim e apenas encontrar.
Há um pensamento comum.
Uma força de mistério que desaproxima quem está próximo
Pela admiração e pela distancia do espírito.
Mas existem são reais, são humanos e parciais.
Nada mais há a acrescentar.
Dina Ventura Maio/2009
Escritora e Artista Plástica
Escritora e Artista Plástica
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
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